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Em entrevista à rádio CBN, dirigente do PV-MS fala sobre o panorama político e as eleições

  • partidoverdems
  • 10 de nov. de 2023
  • 2 min de leitura

Foto: equipe CBN e Marcelo Bluma

O dirigente estadual do Partido Verde (PV-MS), Marcelo Bluma, participou na manhã desta sexta-feira (10), de uma entrevista na rádio CBN Campo Grande, momento onde falou sobre o panorama político e as eleições de 2024.

Questionado sobre como será o projeto partidário dentro da Federação Brasil da Esperança, composta por (PT, PV e PCdoB), Bluma esclareceu que a composição foi uma medida de sobrevivência, uma vez que, diante da regra, denominada cláusula de barreira/cláusula de exclusão de desempenho, os partidos menores precisaram buscar uma saída.

O líder dos verdes disse que federar oportunizou ao PV ganhar “fôlego de vida”. Ele elucidou que a norma imposta na lei restringe o funcionamento ao partido que não alcançar determinado percentual de votos, ato que impõem restrições como perda de recursos do fundo partidário, perda da propaganda eleitoral em rede nacional de rádio e de TV.

Questionado sobre quais caminhos a sigla pretende trilhar, o presidente do PV explicou que cada partido dentro da federação mantém os próprios programas sem ter que se misturar. Já no que tange à questão eleitoral, às definições sobre os projetos políticos, esses sim, estão sendo discutidos em conjunto com os três partidos.

Sobre a possibilidade de lançar o nome para disputa na eleição de 2024, o dirigente estadual disse que não há neste momento quaisquer pretensões de sua parte em disputar cargos. Bluma pontuou que o foco é o de reestruturar o PV em todos os municípios do estado, bem como o de eleger vereadores, prefeitos e vice-prefeitos.

Inquirido sobre o anúncio que o PT fez sobre o nome da deputada federal, Camila Jara (PT), na disputa para prefeita em Campo Grande, e se o PV apoia o ato, ele citou que o nome é um consenso entre os federados, uma vez que, a parlamentar é uma indicação natural de grande representatividade. Doutro modo, foi enfático em dizer que, caso ela não confirme a pré-candidatura até o prazo determinado, o nome de outro pré-candidato ou até mesmo o apoio a outra candidatura que não seja da federação precisará ser discutido conjuntamente entre os líderes partidários.

Ao final da entrevista, ao ser indagado sobre a permanência do PV dentro da atual federação, Bluma brincou dizendo que pela regra, o “casamento” tem vigência de quatro anos. E, em tom de descontração, concluiu que, passando o período de validade, será preciso avaliar se os partidos irão permanecer juntos ou se irão pedir o “divorcio”.


 
 
 

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